Este é um manifesto por mais comércios dentro de portinhas estranhas que parecem uma casa abandonada, mas na verdade são os melhores naquilo que oferecem. Prato-feito, café superfaturado, garimpo de roupas, acervo cultural, tudo.
Por mais teatros e menos cinema, mas se tiver que ser cinema, que seja de rua. Não dá para entender quem opta deliberadamente pelo cinema de shopping quando mora ou trabalha perto de um cinema de rua.
Mais praças, menos plazas. Mas não vale praça de alimentação! Isso é triste, porque parte do que torna o shopping necessário é porque os estabelecimentos em geral não têm espaço-ócio. Ninguém deveria se forçar folhear cardápios para fingir que a espera por companhia está sendo produtiva.

